Planeta Terra Festival
+Dia feliz! Finalmente vi uma performance de Paul Smith! Dia inesquecível!Patrick Wolf
Maxïmo Park

Búuuuuu!
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Eu fiquei apaixonado por esta banda quando surgiram há mais ou menos dois anos atrás com o excelente maxi-EP Sumbeamed, e ainda mais quando lançaram um lindíssimo single pela Cloudberry Records. Há algo de exótico e melódico nas bandas americanas de indie-pop dessa nova leva que me fazem crer piamente nesta cena que cresce a ritmo acelerado. Parade, o primeiro long play do Afternoon Naps, está sonoricamente bebendo mais na fonte da c86 que seus predecessores, resultando em algo muito próximo de bandas como Speedmarket Avenue e The Electric Pop Group, e está coroando-os como uma das bandas mais completas do indie-pop atual.
O debut do duo sueco é de uma variedadede gêneros, que vão do space-rock ao folk. Há presença de alguns vocais, mais o foco é certamente o intrumental elaborado. Destaque para ótima "early morning".
O Three is a Crowd é um quinteto sueco da Hybris. Em Overstaying The Welcome, encontram-se, em suma, guitarras e efeitos eletrônicos, às vezes faixas instrumentais, outras concentradas de vocais de efeito pop, como na brilhante "catalogue of Failures".
Accidental Experimental é terceiro album solo de Inara George, vocalista do The Bird and The Bee, que agrupa baroque pop, folk experimental com toque romântico. Além disso, conta com a participação de Van Dyke Parks e da 24 piece orchestra.Tracklist
1. Surprise
2. Accidental
3. Can't Say No
4. Bomb
5. Dirty White
6. Bottlecaps
7. Right as Wrong
8. Oh My Love
9. Where to go
10. Captured
11. Greedy
Aposto que muita gente torceu o nariz ao saber que Julian Casablancas preparava um disco solo, aliás, muito dessa indiferença causada pelo incerteza que foi o Fist Impressions of The Earth. Mas o que o frontman apresenta neste Phrases For The Young é um disco redondinho e bem produzido e acreditem, que pouco lembra o som da banda estadunidense. Além do single "11th Dimension" que vazou mês passado, há ótimas músicas como a que abre o disco "Out of The Blue", a ótima "Glass" e canções que lembram as raízes americanas como "4 Chords of The Apocalypse" e "Ludlow St.". Álbum agradabilíssimo!
Alvy Singer é um singersongwritter sueco dono de uma sonoridade pop elegante, romântica, doce e com um toque retrô. Apesar de ser um álbum antigo, é, com toda certeza, um must-listen. E ah, só por ele ser da Cloudberry, já é uma garantia de qualidade.
Fenômeno europeu, o Alphabeat atingiu a marca de 100,000 discos no reino unido com o " Alphabeat". O segundo álbum "the Spell" vem repleto de referências club anos 80 e dance dos anos 90. Unindo samples antigos, programação retro synth, conseguiram criar o álbum perfeito de um pop distinto.
Erik de Vahl é um singer/songerwritter sueco de 26 anos, que lança seu quarto álbum pela Service. Scattered Vacations / As I am Beating mostra o lado experimental de Erik sem deixar perdido o carácter acústico pop. Pianos, leves tambores, guitarras e alguns samples eletrônicos vêm fortalescer o belo vocal, formando um clima suave e agradável nessas 10 faixas gravadas entre 2007 e 2009.
O quarteto sueco desembarca seu segundo e esperado trabalho direto da Labrador. È visível em Islands a evolução da banda liricamente falando. O álbum é marcado pela exploração dos sentimentos da existência humana, tais como perda, solidão, mortalidade, tédio. A instrospecção levada à tona, a miscigenasção entre melancolia e tempero pop, e a mesclagem de gêneros completam a receita de sucesso.
The drum é um quarteto do Brooklyn que mistura elementos do surf rock, palmas, letras fofas, 60's pop e guitarras ao estilo twee pop. O vocal é declaradamente influenciado pelo The embassy. Bem animado!
The Crêpes é formado por D.Lissvik (Studio) e Fredrik Lindson (The Embassy). O mais novo duo sueco a se juntar á Information conseguiu unir o melhor de cada banda em que participavam: a influência do ritmo baleático, a mistura de acústico com efeitos eletrônicos e os vocais pop, as vezes com levadas sessentistas. Detalhe que esse ep foi lançado apenas em lp de vinil. Então, aproveitem!
JJ é uma banda sueca da querida gravadora Sincery Yours (Air France, The Honeydrips, Studio). Como já diz o título do álbum, este é o segundo desse projeto, que mixa samples disco e cinematográficos, drogas, folk, batidas sentimentais , resultando em um baleatico pop diferente e agradável. Legalize a parte, Ecstase , Thing Will Never Be The Same Again e Masterplan fazem do n2 um belíssimo álbum.
Lake Heartbeat é o duo sueco de indie pop formado por J.Kask e K.Kåks. Trust in Numbers marca a estréia da banda pela Service (a mesma gravadora do The Tough Alliance, Jens Lekman, Embassy) de sonoridade muito semelhante ao Acid House Kings, ou seja, nem é preciso dizer sobre sua extrema qualidade; inclusive foi declarada pelo próprio Niklas, integrante do AHK, como a banda preferida desse ano. O Pop de melodias doces e intensas marcam o álbum. Destaque para Pipedream, Mistery e blue Planet. Um must-listen.
Após 3 longos anos o Built To Spill decide lançar material novo. Como acontece de costume com uma banda já estabelecida no cenário alternativo, há muitas divergências a respeito desse There Is No Enemy. Eu particularmente passei o domingo inteiro desbravando esse disco, e confesso que foi uma experiência única. Pra começar a capa genial que, num lance de hironia atrai a atenção do ouvinte, tanto para a parte gráfica quanto para a reflexão que causa com o título. Logo de cara já fui pego pelas pegajosas "Hindsight" e "Life's a Dream" (duas pérolas!). Mas nas próximas audições outras magníficas canções começaram a me conquistar, culminando num clímax onde fiquei absolutamente apaixonado pela penúltima faixa "Things Fall Apart", uma linha de riff que serve de passagem só de ida para um transe hipnótico prazeroso. E ainda tem "Done", "Planting Seeds"...
What has grown more in the world indie pop music is that many lovers of good indie pop music practice on the islands between the Indian and Pacific. The scene is rich “INDONESIA”, because even with a few branches, more great songs can be produced. For you who love this constantly growing scene, now it’s available on “DAY TO EMBRACE | INDONESIA INDIEPOP SCENE” compilation.
A Second of June é uma banda francesa, e suas composições oscilam entre o post-punk carregado e soturno e as bases de guitarra shoegaze. As estridentes "Dago Bay" e "June The Third", e as levadas hipnóticas de "Litany" e "What Time" denotam com precisão o som que permeia este disco. Para fãs de The Cure e Horrors!
Correndo paralelamente com países como Suécia e Escócia, o indiepop canadense consegue (dada as devidas proporções) dar passos bem largos. Não é nenhuma novidade aparecer boas bandas por lá. Agora é a vez do Silver Starling lançar seu debut homônimo. As similaridades sonoras passeiam pelos vizinhos do Arcade Fire, French Kicks e até pelos novatos do The Drums. Um ponto a favor do Silver Starling que deve ser ressaltado é que eles conseguem uma simbiose perfeita entre hits indie com pontes de shoegaze, fazendo deste debut um disco e tanto!(basta ouvir "Blind" para concordar rapidinho). Por tudo isso torna-se extremamente pertinente ouvir este disco, para não cair na besteira de achar que o riff da faixa inicial é um plágio de Within or Without you, terminando por não ouvir o resto do álbum.
O aguardado terceiro álbum do Headlights! Sou totalmente suspeito pra comentar qualquer coisa, desta que é minha banda favorita de indie-pop da nova geração.
Na falta de belos discos pop para embalar esse segundo semestre (salvo poucas excessões), eis que surge o novo disco do The Scotland Yard Gospel Choir. Fãs do pop alternativo encontrarão neste belo "And The Horse You Rode In On" uma coleção de ricas canções, ora embaladas pelo frescor twee dançante de bandas como o Cats on Fire, ora galgadas por sinfonias indie-pop sofisticadíssimas como é o caso da faixa "Praying Is A Heartache". Essa mescla de energia e beleza poderia soar pretensiosa, mas esses americanos da fria Chicago conseguem equilibrar essas forças ao longo do disco todo. Difícil é, até mesmo para o ouvinte mais exigente, encontrar um único revés nesta obra; e no final da empreitada a impressão que fica é a de ter ouvido a uma bela coletânea.
OK! Já se passaram 24 horas desde meu primeiro contato com este In This Light And On This Evening, e posso até dizer que fui meio enérgico e impetuoso ao usar a palavra "decepção" ontem a noite. Após umas 5 audições algumas músicas finalmente fizeram sentido para mim ("Like Treasure" por exemplo é magnífica!). Esta vertente mais vanguardista, mais nostálgica e, por que não eletrônica, com certeza vai dividir fãs. Eu não me situarei nem nos fãs vitorinos, nem nos fãs mais recentes, ficarei divido pela opinião mesmo, pela indecisão e indiferença frente ao rumo que a banda tomou. Até mesmo a voz de Tom Smith não atinge mais os tons magníficos que conseguia outrora, não porque não consiga mais, mas porque a própria sonoridade nova da banda não permite mais esse recurso. Há muito tempo não me sinto tão indiferente a um álbum, mas esse disco novo do Editors é um tiro cego num quarto escuro cheio de pessoas. Por hora, prefiro ficar na claridade do céu aberto.
Não conhecia Monster Movie, e me envergonho disso. Este projeto fundado pelo ex-guitarrista do Slowdive é como sonhar acordado. A primeira metade deste disco é magnífica. Shortwave e Waiting são duas das pérolas que esta banda americana nos dá, entre vocais susurrados e melodias hipnóticas. Para fãs de The Meeting Places!
O som da dupla inglesa Clinker neste novo álbum é basicamente uma efervescência de estilos, aponta diversas direções sem ao certo se situar num segmento. Músicas como "Let's Go Out and Get Fucked" e "Hold Out Your Fists" parecem meio perdidas no álbum. Em contrapartida há grandes canções como a belas "Music Gives You Power" "Painted Red" e as potentes "The Line" e "Mire. Até a capa lembrando coisas de 67 é atemporal. Particularmente não sou fã de discos tão heterogênios assim, mas vale uma conferida neste Thru' The Fly Machine que há canções que merecem ser ouvidas.
Além da